Estudo
do Texto: Situando a avaliação
1. Relacione a avaliação e o nosso
cotidiano.
R: Sempre
estamos fazendo avaliações em nosso dia-a-dia, seja em uma fila de banco, onde
comentamos sobre as pessoas que estão ao nosso redor, e atribuindo-lhes
adjetivos, como: feio, bonito, magro, gordo, mal-encarado e entre outros, ou
como também assistindo a programas de Tv’s, onde comentamos sobre o assunto que
aquele programa está abordando, sobre como os atores se saíram, e aí usamos
mais adjetivos e praticamos mais avaliações sem nem perceber.
2. Relacione a avaliação na escola.
R: A avaliação
na escola acontece, na maioria das vezes antes mesmo do aluno realizar a sua
matrícula, pois ao realizar tal ato, os profissionais que estão responsáveis
por esse processo, atribuem também adjetivos de qualidade ou não para essas
pessoas, ou para os pais ou responsáveis por aquele individuo, com isso o aluno
já tem uma fama na escola entre seus professores, coordenadores e diretores,
sem nem ter começado sua vida escolar.
3.
O
que é avaliação formal? Cite exemplos.
R: Avaliação
formal é um tipo de avaliação em que se atribui uma nota, conceito ou uma
menção, o que é o caso das: provas, exercícios e atividades escritas como:
produção de textos, relatórios, pesquisas, resolução de questões matemáticas,
questionários etc.
4.
O
que é avaliação informal? Cite exemplos.
R: A avaliação
informal, é mais frequente na educação infantil e nos anos iniciais da educação
fundamental: e é aquela que se dá pela interação de alunos com professores, com
os demais profissionais que atuam na escola e até mesmo com os próprios alunos,
em todos os momentos e espaços do trabalho escolar. Quando o aluno solicita
ajuda do professor ou quando ele pede para o professor lhe tirar uma dúvida
sobre determinado conteúdo, nesse momento o professor está realizando uma
prática avaliativa e pode acompanhar como está o desenvolvimento do aluno, e
com isso interferi no seu processo de aprendizagem, esse ato caracteriza uma
avaliação informal.
5.
Benefícios
da avaliação informal.
R: O benefício da aprendizagem do aluno se dá
quando, por meio dela, ele recebe encorajamento, e isso pode acontecer quando o
professor: dá ao aluno a orientação de que ele necessita, no exato momento
dessa necessidade; manifesta paciência, respeito e carinho ao atender às suas
dúvidas; providencia os materiais necessários à aprendizagem etc.
6.
Prejuízos
que a avaliação informal pode causar.
R: Exposição do
aluno a situações constrangedoras, quando o professor não usa da ética para
avaliar seus alunos, usando suas informações para não contribuir com a
aprendizagem do aluno e quando não demonstra paciência e atenção para promover
a aprendizagem dos alunos em sala de aula.
7.
Para
que serve à avaliação?
R: A avaliação
serve para que o professor possa conhecer e acompanhar como está o conhecimento
do aluno, ou seja o que ele já aprendeu, o que ele não está conseguindo
aprender, e o que ele ainda vai aprender. Dessa maneira, o professor
interferirá nesse processo e vai realizar ações que sejam capazes de melhorar a
aprendizagem dos alunos.
8.
Avalia-se
o que?
R: Tudo é
avaliado, a escola, os professores e os alunos. Ao mesmo tempo que o professor
entra em sala de aula, seus alunos já começam a lhe observar e a avaliar a sua
maneira e a sua postura em sala, como ele domina o conteúdo, a forma como ele
se expressa e se gesticular, a forma como ele articula a sua fala e expõe seus
pensamentos, então em todo momento os alunos estão fazendo avaliações de seus
professores, assim como os professores também fazem avaliação de seus alunos
constantemente, seja ela formal ou informal, sendo que na informal, ele precisa
usar da sua ética para não prejudicar os alunos com a sua opinião e avaliação.
E a escola também é avaliada e avalia os seus profissionais, os seus alunos e
os seus funcionários. Os alunos avaliam e adjetivam a maneira como eles têm de
frequentar e de se comportar dentro do espaço escolar, os professores adjetivam
e também questionam algumas imposições dadas pelas coordenações para eles,
assim também como os funcionários que fazem parte da escola.
9.
Características
da avaliação formativa.
R: É conduzida
pelo professor; destina-se a promover a aprendizagem; leva em conta o progresso
individua, o esforço nele colocado e outros aspectos não especificados no
currículo; não é baseado em critérios.
10. Quais os dois paradigmas
apresentados pela autora no texto sobre avaliação?
R: Avaliação
formativa e avaliação somativa.
11. O que a autora menciona sobre a
prova?
R: Ela fala que
a prova que serve apenas como um instrumento de aprovação/reprovação
caracteriza a avaliação tradicional e que só serve para atribuir notas, mas que
a prova pode ser um instrumento útil quando os seus resultados forem associados
aos de outros procedimentos.
12. O que é necessário para que os
professores modifiquem suas práticas?
R: É necessário
primeiro que eles entendam, que avaliar não é somente fazer uso de instrumentos
cruéis (provas, testes, exercícios pontuados etc), mas que o ato de avaliar
precisa ser um aliado no processo de aprendizagem do aluno, e que ele tem que
buscar e trazer um benefício importante que é o aprendizado, então, se faz
necessário que o professor busque outros meios para avaliar os seus alunos, que
ele mesmo que sendo um ato novo dentro da escola, tente introduzir e mostrar
para os outros professores que os seus alunos estão melhorando a aprendizagem,
e que a escola também o apoie nesta mudança, pois as coordenações e as direções
precisam se contextualizar e entender também o que é a caracterização do
processo de avaliação a serviço da aprendizagem.
13. Qual a importância do feedback?
R: O feedback é
um meio importante tanto para o professor, como para o aluno, pois o professor
ao mostrar para seus alunos o seu desempenho ele automaticamente irá saber onde
ele vai intervir na aprendizagem da turma e mudar a maneira de ensinar tal conteúdo,
que tenha tido um rendimento ruim, e já o aluno, vai ver onde errou, e como é
que era para ter sido feito, dedicando-se assim mais nesse conteúdo para que
ele venha então aprender.
Estudo do Texto: Situando o portfólio
1.
O
que é um portfólio?
R: O portfólio é um instrumento de avaliação
condizente com os da avaliação formativa, e que é uma pasta grande e fina, e
que serve para você guardar papéis, fotos, desenhos, estampas e etc.
2.
Outras
formas de denominar o portfólio.
R: O porta -
fólio ou portfolio que são outras denominações do portfólio e onde esse último
que não recebe o acento agudo (´) significa que este é o conjunto de coleções
daquilo que está ou pode ser guardado num porta – fólio.
3.
De
onde se originou o uso do portfólio em educação?
R: O portfólio é
muito usado na educação pelos professores poderem ir acompanhando o progresso
de seus alunos, segundo o texto, os professores de escolas de educação
fundamental e média da Grã-Bretanha usam muito esse tipo de instrumento, pois é
uma maneira de reunir os trabalhos dos alunos e comunicar seus sucessos a eles
próprios, a seus professores e a seus pais.
4.
Diferença
entre portfólio de arquivos de trabalho?
R: O portfólio
destina-se a reunir amostras dos trabalhos dos alunos durante um certo período
de tempo, mostrando seu progresso por meio de produções variadas. Enquanto que
os registros pessoais tendem a enfatizar aspectos pessoais e sociais, sendo
também organizados durante um tempo programado, podendo articular-se com
experiências de trabalho, quando for possível, e com atividades desenvolvidas
fora da escola.
5.
Alguns
objetivos comuns quanto ao uso do portfólio.
R: Procurar
motivar os alunos menos capazes ao fornecer-lhes “algo para mostrar por seus
esforços”, além do que poderia, de outra forma, ser uma série decepcionante de
notas e níveis; estimular e apresentar alguma forma de reconhecimento dos
resultados e êxitos além do domínio acadêmico.
6.
Cite
os cinco elementos que o trabalho como portfólio oferece.
R: Primeiro
beneficiar qualquer tipo do aluno, segundo fazer com que os alunos declarem sua
identidade, isto é, mostrem-se não apenas como alunos, mas sim como sujeitos
dispostos a aprender, terceiro: as atividades escolares levam em conta as
experiências vividas pelo aluno fora da escola, dando sentido à sua
aprendizagem. É a escola conectada às práticas sociais, quarto: o aluno percebe
que o trabalho escolar lhe pertence; portanto cabe-lhe assumir responsabilidade
por sua execução. Ele não está fazendo algo para agradar a seus pais e
professores, mas em seu próprio benefício. O trabalho escolar passa a ser
prazeroso e em quinto lugar: o portfólio motiva o aluno a buscar formas
diferentes de aprender, suas produções revelam suas capacidades e
potencialidades, as quais poderão ser apreciadas por várias pessoas.
7.
Quais
os princípios norteadores para o trabalho com o portfólio? Explique cada um
deles.
R: O primeiro é
o da sua construção pelo próprio aluno, possibilitando-lhes fazer escolhas e
tomar decisões, onde essa construção assume diferentes formas, dependendo da
idade de cada aluno, do curso da atividade a ser desenvolvida e do tempo
destinado para a realização. O segundo ponto é o da reflexão, pois por
intermédio da reflexão, o aluno decide o que incluir, como incluir e, ao mesmo tempo,
analisa suas produções, tendo a chance de refazê-las sempre que quiser e for
necessário. E com os princípios da construção e da reflexão, surge o
desenvolvimento da criatividade, onde o aluno escolhe a maneira de organizar o
portfólio e busca formas diferentes de aprender. Ele é estimulado a estar
sempre trabalhando e tomando decisões. O quarto princípio é o da auto
avaliação, pois enquanto assim trabalha o aluno, ele está permanentemente
avaliando seu progresso com o objetivo de avançar sempre. A avaliação feita
pelo professor é importante e, conjugada à do próprio aluno, faz com que se
amplie a análise das suas possibilidades. O quinto princípio é o da parceria
pois o trabalho pedagógico e a avaliação deixam de ser de responsabilidade
exclusiva do professor e o sexto e último é a vivência desse processo
desenvolve a autonomia do aluno diante do trabalho, a criança percebe que pode
trabalhar de forma independente e que não precisa ficar sempre aguardando
orientação do professor.
8.
Segundo
a autora Klenowski, o trabalho com o portfólio se baseia em seis princípios.
Quais são?
R: 1. Promove
nova perspectiva de aprendizagem; 2. É um processo; 3. Incorpora análise do
desenvolvimento da aprendizagem; 4. Requer auto avaliação; 5. Encoraja a
seleção e a reflexão do aluno sobre o seu trabalho; 6. Considera os professores
como facilitadores da aprendizagem.
9.
O
trabalho com o portfólio pode ser feito por um professor ou somente por vários?
R: Pode ser
realizada tanto por um só professor como por um conjunto de professores;
10. Como ajudar os alunos avaliar o seu
próprio trabalho com o portfólio?
R: A auto
avaliação é uma capacidade a ser construída desde cedo, por meio de um processo
que pode começar com o professor auxiliando os alunos a identificar e registrar
os critérios de avaliação. Cabe ao professor orientá-los na descoberta dos
requisitos necessários à produção de um trabalho considerado adequado.
11. Quais os componentes de um
portfólio?
R: Os
componentes são as melhores produções do aluno, por ele próprio selecionadas,
com base nos objetivos de aprendizagem e nos critérios de avaliação formulados
com sua participação.
12. O professor deve inserir itens no
portfólio do aluno?
R: Essa inserção
é questionável. Ela poderia fazer com que o aluno sentisse que aquele trabalho
não lhe pertence inteiramente. Incluir trabalhos escolhidos pelo professor é
uma decisão sua. Alguns professores poderão argumentar fortemente que nem
sempre as escolhas dos alunos refletem suas capacidades. Caso seja incluída
alguma produção selecionada pelo professor, ela deve vir com o adendo
“escolhida pelo professor”, de forma bem visível.
13. Quais alguns descritores de
avaliação do portfólio em cursos superiores?
R: Cumpre os
propósitos gerais; apresenta análise do material incluído; apresenta textos
escritos com correção; foi construído ao longo do semestre.
14. Quais algumas dificuldades citadas
pela autora na construção de portfólios nos cursos superiores?
R: Os alunos
estarem acostumados a receberem tudo pronto dos professores, não forem preparados
para ler, pensar e tomar decisões e oferecem resistência ao processo que exige
sua participação, não estão acostumados a escrever, a formular objetivos e
critérios de avaliação, a avaliar suas produções, a refazê-las e etc.
15. Trabalhar com o portfólio significa
assumir riscos. Quais riscos a autora menciona no texto estudado?
R: O primeiro
deles é o de o portfólio reduzir-se a uma pasta em que se arquivam textos e se
fazem registros das aulas. Se isso acontecer, ele não assumirá o feitio de um
procedimento de avaliação. O portfólio pode ser considerado mais um dos
modismos em educação. Quem for adotá-lo não se apoiar em fundamentação teórica
sólida sobre avaliação e trabalho pedagógico; toda a escola não se preparar
para sua implantação e implementação, mesmo que somente uma parte dos
professores vá utilizá-lo, os pais não forem preparados para compreender o
processo, aceita-lo e fazer a parte que lhes cabe. Pode acontecer de o
portfólio ser entendido como um simples “instrumento” e não como um processo de
avaliação, ainda outro risco é o de professores e alunos oferecerem resistência
inicial por entenderem que terão muito mais trabalho que antes.
Referência Bibliográfica
VILLA BOAS, Benigna Maria de Freitas. Portfólio, avaliação e trabalho pedagógico.
Campinas, SP: Papirus, 2004.
Nenhum comentário:
Postar um comentário