sábado, 28 de maio de 2016

Momento Divertido! Ooops nem tanto!

E nesse outro vídeo, a gente encontra uma situação não favorável para essa professora, mas que ela conseguiu reverter a seu favor. Bons estudos.









Figura 01

Momento Divertido! Ooops nem tanto!

Os professores e as duras práticas de ensino, que insistem em fazer exercícios, provas ou qualquer outro tipo de instrumento avaliativo que só confundem e não ajudam os alunos. Nesse vídeo a gente encontra isso. Reflitam suas ações, precisamos educá-los para aprenderem e não para se tornarem robôs! :) ;)





Encontro 12 - Discussões Coordenadas - Síntese do vídeo de Luckesi

Olá pessoal, como falei no post anterior aqui abaixo você encontrará a síntese produzida com base no vídeo da entrevista com Luckesi que deixei o link no post anterior. #Assistam
Boa leitura, bons estudos!

Síntese do vídeo: Avaliação da Aprendizagem Cipriano Luckesi Série Encontros


O vídeo da entrevista de Luckesi vai retratar toda a história, a prática da avaliação, sua relação com os tipos de pedagogias e as práticas das escolas e dos professores no que se diz respeito a avaliar os alunos. A história começa quando o rapaz interroga Luckesi sobre o que é avaliar para ele, pois na época do vídeo já havia uma discussão de como seria uma escola ideal e ele é uma pessoa qualificada a falar desse assunto, e porque ele começou a escrever nessa área. Luckesi responde que quando ele ainda era universitário, ele tinha um professor que era um Jesuíta que levou para a sala de aula o assunto dos testes, então ele começou a estudar sobre este assunto e a trabalhar com produção, codificação e qualificação de testes na Bahia.
A avaliação que existe nas escolas onde um professor usa um instrumento para aferir o conhecimento do aluno, vem da pedagogia tradicional em sua grande maioria, pois esses instrumentos têm características examinativas (selecionar, aprovar, reprovar etc.) e esse tipo de pedagogia tradicional surge no século XV na sociedade burguesa e que tinham como objetivo selecionar as pessoas para o exército, mas esse tipo de exame escolar que conhecemos e que existe até hoje aconteceu no século XVI e foi uma junção da pedagogia protestante (Comenius) com a pedagogia católica (Jesuítas).
            A pedagogia católica dos Jesuítas utilizava de várias práticas que muitas delas até hoje são reproduzidas nas escolas, e criaram um documento de regras que tinha o nome de Ratio Studiorum que neste tinham as regras e as normas que tinham que ser seguidas, pelos alunos. Então o aluno tinha que fazer a sua prova e entregá-la ao professor e só podia olhá-la quando o professor entregasse, se dois alunos sentassem um ao lado do outro dever-se-ia prestar atenção, pois não saberia quem teria resolvido a prova e quem só tinha copiado, o aluno tinha que levar seu material para fazer a prova para não pedir de ninguém a hora da prova era pra ser em silêncio. As bancas avaliadoras de mestrado e doutorado também surgem nessa época com a ratio studiorum que significa organização do estudo.
            A pedagogia protestante de Comenius também criou um modelo de examinar, através de um livro feito por ele que tem o nome Didática Magna. Ele dizia que o professor tinha de fazer uso de ameaça para que o aluno estudasse e reproduzisse nos exames o que ele sabia. Comenius fala ainda que o aluno para aprender precisa prestar atenção, então o professor tem que usar de vários artifícios para chamar a atenção dele e ele assim aprender, ele também acreditava que o medo era um fator positivo para a aprendizagem do aluno.
            O exame é um tipo de instrumento que tem três características marcantes que são citadas por Luckesi no vídeo, que são: pontual, classificatório e seletivo. O exame é pontual pois ele tem hora, local, data e tempo para ser feito, então se o aluno faz a sua prova em 30 min, mas no decorrer da saída da sala ele lembra que não foi bem em uma determinada questão e volta para o professor dizendo isso e pergunta se pode ajeitar a sua prova, o professor diz que não. Luckesi diz que na maioria das palestras que ele realiza, ele também ouve sempre essa mesma resposta, e ele foca aí a primeira característica forte do ato de examinar, pois o aluno podia rever a sua prova e corrigi-la, mas o tempo para isso acabou. Ou seja o ato de examinar não se importa com o que aconteceu antes, o que está acontecendo e o que vai acontecer, ele só se preocupa com aquele momento em que a prova está sendo realizada.
A segunda característica do exame é a classificação, e o uso de notas pelo professor para medir o nível de seus alunos dentro da sala de aula é o que mais caracteriza a classificação. Uma nota para o aluno é até hoje um tipo de instrumento avaliativo, pois se o professor percebe que o aluno consegue aprender aquele conteúdo e tem condições de desenvolver sua aprendizagem em uma turma sequente a sua porque não aprová-lo com uma nota 7,0 (se esse for o padrão da sua escola)? Mas, o que acontece são seleções de acordo com a nota que o aluno tirou em sua prova, onde se em duas provas o aluno obtém uma nota seis e na segunda uma nota quatro, o professor soma as duas e divide por dois e o aluno fica assim com uma média cinco, não sendo aprovado, ou seja o que há é uma seleção de notas, e uma classificação dos alunos, não caracterizando o ato de avaliação, mas sim de examinação.
E a terceira característica do exame é a seleção, que é predominante nos vestibulares, concursos etc. Luckesi no vídeo usa o exemplo do vestibular da Bahia, onde para três mil quatrocentos e cinquenta vagas, houve mais de onze mil inscritos, então esses que não conseguem entrar na instituição de ensino ficam de fora da sociedade, são excluídos e marginalizados. E o professor dentro da sala de aula quando começa a usar da seletividade, ele exclui os alunos que não estão conseguindo desenvolver a sua aprendizagem, prejudicando ainda mais a sua caminhada dentro da escola. Então essa prática de examinar tão envolta dentro das escolas e dentro da sala de aula, caracteriza no aluno um déficit de aprendizagem.
Sendo contrário ao exame, é explicado no vídeo o que seria então avaliação e como esta deve ser praticada dentro da sala de aula para que os alunos consigam assim desenvolver suas habilidades cognitivas e a sua aprendizagem. Então as características que definem a avaliação são: não pontual, dinâmica, formativa, além de serem ainda mediadora, dialética e inclusiva.
A avaliação é não pontual pois o momento em que o aluno está fazendo a sua prova, o professor está preocupado no que houve anteriormente, no que está acontecendo agora e no que virá a acontecer, pois o ato de avaliar não é para selecionar, classificar ou punir o aluno, mas sim de interferir no momento em que o aluno erra e ajudá-lo a aprender o que ele ainda não compreendeu. Então a primeira diferença de avaliar para examinar é que o ato de avaliar é contínuo.
A segunda característica da avaliação que se opõe ao exame é que ela é dinâmica, então o professor sabe que se determinado aluno não conseguiu obter uma nota considerada desejável, isso não caracteriza que ele não sabe, ou que não vai conseguir aprender, pois um professor quando avalia a serviço da aprendizagem ele usa de vários instrumentos avaliativos, para avaliar seus alunos, o que acaba sendo um benefício para o desenvolvimento do aluno, e para o dinamismo dentro de sala de aula, uma vez que o rendimento dos alunos não será medido por notas ou conceitos obtidos em provas.
E uma vez que a avaliação não é pontual e não é classificatória, ele acaba se tornando inclusiva, pois o professor trabalhará com a sua turma no todo, para que todos consigam se desenvolver e aprender aquilo que está sendo proposto e o que se está sendo ensinado. Ou seja o ato de avaliar é um ato amoroso, no sentido de que ele abraça, envolve o aluno, para que este realmente aprenda.


Mas, o que acontece é que a escola e o professor não sabem como mudar essa tradição tão forte e tão interiorizada, de que avaliar é usar provas. O professor quando é selecionado para ensinar alguma disciplina ele recebe da escola, todo o planejamento dessa matéria, com seus objetivos, seus assuntos a serem abordados e como será a distribuição dos conteúdos nas provas, então o professor recebe o pronto e quer buscar nos alunos daquela turma, uma prontidão também, e isso acontece desde as escolas de nível fundamental até as universidades. Dessa forma é mais fácil, e mais cauteloso para o professor que ele apenas reproduza em seus alunos o que a escola (coordenação, direção) escolheu para ser feito.
O professor que se preocupa com a aprendizagem e com o desenvolvimento de seus alunos, tem que procurar sentir um incômodo ao receber esse trabalho e essa prática pronta de sua escola, pois ele ao se incomodar, ele vai buscar mudar o seu planejamento e a sua prática pedagógica avaliativa, o que surtirá um efeito positivo em sua turma e em seus alunos.
No vídeo o entrevistador pergunta a Luckesi se esse ato de não aplicar provas ou atribuição de notas não vai causar um medo e uma insatisfação nos pais dos alunos que procurarão os professores para reclamar. Ele fala que nas suas palestras ele também é questionado sobre as notas, e ele responde aos seus ouvintes que eles deem as notas, mas que não fiquem presos a elas, e que elas não representem unicamente a aprendizagem de seus alunos. E os pais quando procurarem a escola e os professores, notarão que não foi deixado de fazer provas, e que os seus filhos não estão ao léu, mas que eles estão sim aprendendo, desenvolvendo-se, mas que não precisam passar por duas ou três provas de cada disciplina durante seu ano letivo para conseguirem passar adiante com qualidade e tendo aprendido o que foi proposto.

Dessa forma pode- se concluir que mesmo sendo um trabalho desafiador e de uma certa forma revolucionário, a mudança e a inclusão do ato de avaliar precisa ser cada vez mais difundido, estudado e colocado em prática dentro da sala de aula de todos os níveis de formação. Pois os professores formam pessoas para que se desenvolvam tanto cognitivamente quanto pessoalmente, e o que mais se vê hoje em dia são pessoas que a qualquer preço querem derrubar seus colegas, e se o aluno vê essa prática vindo de um professor que exclui, seleciona, classifica etc., ele a continuará fazendo e será mais um cidadão grosseiro dentro de uma sociedade cada vez mais classificatória e seletiva.

REFERÊNCIA

Avaliação da Aprendizagem Cipriano Luckesi Série Encontros. Direção: Paulo Aspis, Regis Horta. Produção: ATTA Mídia e Comunicação. Entrevista, 82'24". Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=NbHdgMGV1y0>.  Acesso em abril de 2016.

Encontro 12 - Discussões Coordenadas - Atividades

Depois das apresentações dos seminários foi entregue ao nosso professor um texto sobre o professor-bicho que é uma de nossas atividades complementares e que você encontrará logo abaixo esse texto para leitura e aprendizado.

No próximo post você vai encontrar a síntese produzida também entregue neste dia com base em um vídeo de Luckesi que você pode assistir clicando no Link abaixo! Bons estudos. Até a próxima :)



O professor pombo da paz

O pombo doméstico, ou o pombo da paz branco como é conhecido popularmente, é uma ave que tem o corpo roliço, o pescoço curto, a cabeça pequena e as asas longas. O pombo é capaz de levar mensagens a destinos longos com centenas de quilômetros, e ainda sim voltar para o seu lugar de origem, eles conseguem fazer isso porque são treinados e instigados a alçarem voos cada vez mais longos e distantes.
O professor com a característica de um pombo, também quer que os seus alunos, se dediquem nos seus estudos, e educam eles para que os seus voos, mesmo que no início sejam pequenos e com dificuldades, ao fim de uma etapa, ou ao fim de sua disciplina, sejam realizados, e que os levem à uma carreira de sucesso e saber pleno.
Outra característica principal de um professor pombo da paz é que ele tem as asas longas, para aninhar os seus alunos debaixo delas, passando-lhes ainda mais segurança, confiança, carinho e preocupação que só uma ave que transmite a paz pode dar. E com isso que o professor pombo da paz faz com os seus alunos, dando-lhes instrução e confiança para alçarem voos e ir seguindo adiante na escala do saber, ele vai deixando o seu legado de sabedoria e paz por onde passar, ou melhor, voar.



Referência

  BRITANNICAESCOLA. Pomba. Disponível em: http://escola.britannica.com.br/ article/482215/pomba>. Acesso em: 08/05/2016.


Momento Divertido - Charge!

Essas charges tem muito a ver com a publicação anterior que tratou dos assuntos abordados nas apresentações dos seminários e que envolvem avaliação da aprendizagem. Aqui abaixo você encontrará essas tirinhas para reflexão e interpretação, tentem associá-las a cada assunto abordado. Espero que gostem! :)



Figura 01

Figura 02



Figura 03

Figura 04

Figura 05

Figura 06



Encontro 12 - Seminários!

Hoje dia 12 de Maio de 2016, foi continuada a rodada de apresentações de seminários sobre avaliação da aprendizagem, contexto escolar, democratização, direito do erro, fracasso escolar, práticas avaliativas e recuperação da aprendizagem.

O primeiro grupo a se apresentar neste dia foi o de Wenddell e Andreza que falaram sobre: Para além do fracasso escolar: uma redefinição das práticas avaliativas de Marli Andre, Laurizete F e Julio Groppa Aquino (org.).
Link dos slides usados na apresentação: http://pt.slideshare.net/rafaelly04/slide-10-para-alm-do-fracasso-escolar-uma-redefinio-das-prticas-avaliativas

O segundo a se apresentar foi o de Rafaelly (autora deste blog) e Thamires que falaram sobre: Recuperação da aprendizagem de Maria Celina Melchior.
Link dos slides usados na apresentação: http://pt.slideshare.net/rafaelly04/slide-09-recuperao-da-aprendizagem

O terceiro grupo a se apresentar foi o de Diogo e Ranieri que falaram sobre: A comunicação dos resultados da avaliação escolar de Maria Celina Melchior.
Link dos slides usados na apresentação: http://pt.slideshare.net/rafaelly04/slide-11-a-comunicao-dos-resultados-da-avaliao-escolar

O último a se apresentar neste dia foi Eric que falou sobre: Avaliação como espaço de aprendizagem em softwares educativos de Carmesina Ribeiro Gurgel, Germaine Elshout de Aguiar e Nayana do Nascimento e Silva.
Link dos slides usados na apresentação: http://pt.slideshare.net/rafaelly04/slide-12-avaliao-como-espao-de-aprendizagem-em-sofrwares-educativos

Hoje tem muito conteúdo aqui no blog galerinha. Bons estudos! :)
No próximo post será o momento diversão com algumas tirinhas divertidas. Até lá :)

Encontro 11 - Seminários!

Hoje dia 05 de Maio de 2016, foi iniciada outra rodada de apresentações de seminários sobre avaliação da aprendizagem, contexto escolar, democratização, direito do erro, fracasso escolar, práticas avaliativas e recuperação da aprendizagem.

 O primeiro grupo a se apresentar neste dia foi o de Lídia e Ana Lívia que falaram sobre: As noções de erro e fracasso no contexto escolar: algumas considerações preliminares de José Sérgio Fonseca de Carvalho.
Link dos slides usados na apresentação: http://pt.slideshare.net/rafaelly04/slide-06-as-noes-de-erro-e-fracasso-no-contexto-escolar-algumas-consideraes-preliminares

O segundo grupo a se apresentar neste dia foi o de Otaciso que falou sobre: Avaliação escolar e democratização: o direito de errar de José Sérgio Fonseca de Carvalho.
Link dos slides usados na apresentação: http://pt.slideshare.net/rafaelly04/slide-07-avaliao-escolar-e-democratizao-o-direito-de-errar

O terceiro e último grupo desse dia a se apresentar foi o de Digelvânia e Silvana que falaram sobre: Fracasso escolar de Maria Celina Melchior.
Link dos slides usados na apresentação: http://pt.slideshare.net/rafaelly04/slide-08-fracasso-escolar

Encontro 09 e 10 - Discussões coordenadas - Questões!

Depois da primeira rodada dos seminários que foi o nosso encontro anterior, seguimos nossas discussões sobre as práticas avaliativas e também sobre o uso do portfólio dentro de sala de aula como um instrumento avaliativo produtivo e com um ótimo resultado para os alunos. Logo abaixo você encontrará as questões sobre os dois textos e as respostas das mesmas. Bons estudos! ;)

                                          Estudo do Texto: Situando a avaliação
1.      Relacione a avaliação e o nosso cotidiano.
R: Sempre estamos fazendo avaliações em nosso dia-a-dia, seja em uma fila de banco, onde comentamos sobre as pessoas que estão ao nosso redor, e atribuindo-lhes adjetivos, como: feio, bonito, magro, gordo, mal-encarado e entre outros, ou como também assistindo a programas de Tv’s, onde comentamos sobre o assunto que aquele programa está abordando, sobre como os atores se saíram, e aí usamos mais adjetivos e praticamos mais avaliações sem nem perceber.
2.      Relacione a avaliação na escola.
R: A avaliação na escola acontece, na maioria das vezes antes mesmo do aluno realizar a sua matrícula, pois ao realizar tal ato, os profissionais que estão responsáveis por esse processo, atribuem também adjetivos de qualidade ou não para essas pessoas, ou para os pais ou responsáveis por aquele individuo, com isso o aluno já tem uma fama na escola entre seus professores, coordenadores e diretores, sem nem ter começado sua vida escolar.
3.      O que é avaliação formal? Cite exemplos.
R: Avaliação formal é um tipo de avaliação em que se atribui uma nota, conceito ou uma menção, o que é o caso das: provas, exercícios e atividades escritas como: produção de textos, relatórios, pesquisas, resolução de questões matemáticas, questionários etc.
4.      O que é avaliação informal? Cite exemplos.
R: A avaliação informal, é mais frequente na educação infantil e nos anos iniciais da educação fundamental: e é aquela que se dá pela interação de alunos com professores, com os demais profissionais que atuam na escola e até mesmo com os próprios alunos, em todos os momentos e espaços do trabalho escolar. Quando o aluno solicita ajuda do professor ou quando ele pede para o professor lhe tirar uma dúvida sobre determinado conteúdo, nesse momento o professor está realizando uma prática avaliativa e pode acompanhar como está o desenvolvimento do aluno, e com isso interferi no seu processo de aprendizagem, esse ato caracteriza uma avaliação informal.
5.      Benefícios da avaliação informal.
R:  O benefício da aprendizagem do aluno se dá quando, por meio dela, ele recebe encorajamento, e isso pode acontecer quando o professor: dá ao aluno a orientação de que ele necessita, no exato momento dessa necessidade; manifesta paciência, respeito e carinho ao atender às suas dúvidas; providencia os materiais necessários à aprendizagem etc.
6.      Prejuízos que a avaliação informal pode causar.
R: Exposição do aluno a situações constrangedoras, quando o professor não usa da ética para avaliar seus alunos, usando suas informações para não contribuir com a aprendizagem do aluno e quando não demonstra paciência e atenção para promover a aprendizagem dos alunos em sala de aula.
7.      Para que serve à avaliação?
R: A avaliação serve para que o professor possa conhecer e acompanhar como está o conhecimento do aluno, ou seja o que ele já aprendeu, o que ele não está conseguindo aprender, e o que ele ainda vai aprender. Dessa maneira, o professor interferirá nesse processo e vai realizar ações que sejam capazes de melhorar a aprendizagem dos alunos.
8.      Avalia-se o que?
R: Tudo é avaliado, a escola, os professores e os alunos. Ao mesmo tempo que o professor entra em sala de aula, seus alunos já começam a lhe observar e a avaliar a sua maneira e a sua postura em sala, como ele domina o conteúdo, a forma como ele se expressa e se gesticular, a forma como ele articula a sua fala e expõe seus pensamentos, então em todo momento os alunos estão fazendo avaliações de seus professores, assim como os professores também fazem avaliação de seus alunos constantemente, seja ela formal ou informal, sendo que na informal, ele precisa usar da sua ética para não prejudicar os alunos com a sua opinião e avaliação. E a escola também é avaliada e avalia os seus profissionais, os seus alunos e os seus funcionários. Os alunos avaliam e adjetivam a maneira como eles têm de frequentar e de se comportar dentro do espaço escolar, os professores adjetivam e também questionam algumas imposições dadas pelas coordenações para eles, assim também como os funcionários que fazem parte da escola.
9.      Características da avaliação formativa.
R: É conduzida pelo professor; destina-se a promover a aprendizagem; leva em conta o progresso individua, o esforço nele colocado e outros aspectos não especificados no currículo; não é baseado em critérios.
10.  Quais os dois paradigmas apresentados pela autora no texto sobre avaliação?
R: Avaliação formativa e avaliação somativa.
11.  O que a autora menciona sobre a prova?
R: Ela fala que a prova que serve apenas como um instrumento de aprovação/reprovação caracteriza a avaliação tradicional e que só serve para atribuir notas, mas que a prova pode ser um instrumento útil quando os seus resultados forem associados aos de outros procedimentos.
12.  O que é necessário para que os professores modifiquem suas práticas?
R: É necessário primeiro que eles entendam, que avaliar não é somente fazer uso de instrumentos cruéis (provas, testes, exercícios pontuados etc), mas que o ato de avaliar precisa ser um aliado no processo de aprendizagem do aluno, e que ele tem que buscar e trazer um benefício importante que é o aprendizado, então, se faz necessário que o professor busque outros meios para avaliar os seus alunos, que ele mesmo que sendo um ato novo dentro da escola, tente introduzir e mostrar para os outros professores que os seus alunos estão melhorando a aprendizagem, e que a escola também o apoie nesta mudança, pois as coordenações e as direções precisam se contextualizar e entender também o que é a caracterização do processo de avaliação a serviço da aprendizagem.
13.  Qual a importância do feedback?
R: O feedback é um meio importante tanto para o professor, como para o aluno, pois o professor ao mostrar para seus alunos o seu desempenho ele automaticamente irá saber onde ele vai intervir na aprendizagem da turma e mudar a maneira de ensinar tal conteúdo, que tenha tido um rendimento ruim, e já o aluno, vai ver onde errou, e como é que era para ter sido feito, dedicando-se assim mais nesse conteúdo para que ele venha então aprender.

                                             Estudo do Texto: Situando o portfólio
1.      O que é um portfólio?
R:  O portfólio é um instrumento de avaliação condizente com os da avaliação formativa, e que é uma pasta grande e fina, e que serve para você guardar papéis, fotos, desenhos, estampas e etc.
2.      Outras formas de denominar o portfólio.
R: O porta - fólio ou portfolio que são outras denominações do portfólio e onde esse último que não recebe o acento agudo (´) significa que este é o conjunto de coleções daquilo que está ou pode ser guardado num porta – fólio.
3.      De onde se originou o uso do portfólio em educação?
R: O portfólio é muito usado na educação pelos professores poderem ir acompanhando o progresso de seus alunos, segundo o texto, os professores de escolas de educação fundamental e média da Grã-Bretanha usam muito esse tipo de instrumento, pois é uma maneira de reunir os trabalhos dos alunos e comunicar seus sucessos a eles próprios, a seus professores e a seus pais.
4.      Diferença entre portfólio de arquivos de trabalho?
R: O portfólio destina-se a reunir amostras dos trabalhos dos alunos durante um certo período de tempo, mostrando seu progresso por meio de produções variadas. Enquanto que os registros pessoais tendem a enfatizar aspectos pessoais e sociais, sendo também organizados durante um tempo programado, podendo articular-se com experiências de trabalho, quando for possível, e com atividades desenvolvidas fora da escola.
5.      Alguns objetivos comuns quanto ao uso do portfólio.
R: Procurar motivar os alunos menos capazes ao fornecer-lhes “algo para mostrar por seus esforços”, além do que poderia, de outra forma, ser uma série decepcionante de notas e níveis; estimular e apresentar alguma forma de reconhecimento dos resultados e êxitos além do domínio acadêmico.
6.      Cite os cinco elementos que o trabalho como portfólio oferece.
R: Primeiro beneficiar qualquer tipo do aluno, segundo fazer com que os alunos declarem sua identidade, isto é, mostrem-se não apenas como alunos, mas sim como sujeitos dispostos a aprender, terceiro: as atividades escolares levam em conta as experiências vividas pelo aluno fora da escola, dando sentido à sua aprendizagem. É a escola conectada às práticas sociais, quarto: o aluno percebe que o trabalho escolar lhe pertence; portanto cabe-lhe assumir responsabilidade por sua execução. Ele não está fazendo algo para agradar a seus pais e professores, mas em seu próprio benefício. O trabalho escolar passa a ser prazeroso e em quinto lugar: o portfólio motiva o aluno a buscar formas diferentes de aprender, suas produções revelam suas capacidades e potencialidades, as quais poderão ser apreciadas por várias pessoas.
7.      Quais os princípios norteadores para o trabalho com o portfólio? Explique cada um deles.
R: O primeiro é o da sua construção pelo próprio aluno, possibilitando-lhes fazer escolhas e tomar decisões, onde essa construção assume diferentes formas, dependendo da idade de cada aluno, do curso da atividade a ser desenvolvida e do tempo destinado para a realização. O segundo ponto é o da reflexão, pois por intermédio da reflexão, o aluno decide o que incluir, como incluir e, ao mesmo tempo, analisa suas produções, tendo a chance de refazê-las sempre que quiser e for necessário. E com os princípios da construção e da reflexão, surge o desenvolvimento da criatividade, onde o aluno escolhe a maneira de organizar o portfólio e busca formas diferentes de aprender. Ele é estimulado a estar sempre trabalhando e tomando decisões. O quarto princípio é o da auto avaliação, pois enquanto assim trabalha o aluno, ele está permanentemente avaliando seu progresso com o objetivo de avançar sempre. A avaliação feita pelo professor é importante e, conjugada à do próprio aluno, faz com que se amplie a análise das suas possibilidades. O quinto princípio é o da parceria pois o trabalho pedagógico e a avaliação deixam de ser de responsabilidade exclusiva do professor e o sexto e último é a vivência desse processo desenvolve a autonomia do aluno diante do trabalho, a criança percebe que pode trabalhar de forma independente e que não precisa ficar sempre aguardando orientação do professor.
8.      Segundo a autora Klenowski, o trabalho com o portfólio se baseia em seis princípios. Quais são?
R: 1. Promove nova perspectiva de aprendizagem; 2. É um processo; 3. Incorpora análise do desenvolvimento da aprendizagem; 4. Requer auto avaliação; 5. Encoraja a seleção e a reflexão do aluno sobre o seu trabalho; 6. Considera os professores como facilitadores da aprendizagem.
9.      O trabalho com o portfólio pode ser feito por um professor ou somente por vários?
R: Pode ser realizada tanto por um só professor como por um conjunto de professores;
10.  Como ajudar os alunos avaliar o seu próprio trabalho com o portfólio?
R: A auto avaliação é uma capacidade a ser construída desde cedo, por meio de um processo que pode começar com o professor auxiliando os alunos a identificar e registrar os critérios de avaliação. Cabe ao professor orientá-los na descoberta dos requisitos necessários à produção de um trabalho considerado adequado.
11.  Quais os componentes de um portfólio?
R: Os componentes são as melhores produções do aluno, por ele próprio selecionadas, com base nos objetivos de aprendizagem e nos critérios de avaliação formulados com sua participação.
12.  O professor deve inserir itens no portfólio do aluno?
R: Essa inserção é questionável. Ela poderia fazer com que o aluno sentisse que aquele trabalho não lhe pertence inteiramente. Incluir trabalhos escolhidos pelo professor é uma decisão sua. Alguns professores poderão argumentar fortemente que nem sempre as escolhas dos alunos refletem suas capacidades. Caso seja incluída alguma produção selecionada pelo professor, ela deve vir com o adendo “escolhida pelo professor”, de forma bem visível.
13.  Quais alguns descritores de avaliação do portfólio em cursos superiores?
R: Cumpre os propósitos gerais; apresenta análise do material incluído; apresenta textos escritos com correção; foi construído ao longo do semestre.
14.  Quais algumas dificuldades citadas pela autora na construção de portfólios nos cursos superiores?
R: Os alunos estarem acostumados a receberem tudo pronto dos professores, não forem preparados para ler, pensar e tomar decisões e oferecem resistência ao processo que exige sua participação, não estão acostumados a escrever, a formular objetivos e critérios de avaliação, a avaliar suas produções, a refazê-las e etc.
15.  Trabalhar com o portfólio significa assumir riscos. Quais riscos a autora menciona no texto estudado?
R: O primeiro deles é o de o portfólio reduzir-se a uma pasta em que se arquivam textos e se fazem registros das aulas. Se isso acontecer, ele não assumirá o feitio de um procedimento de avaliação. O portfólio pode ser considerado mais um dos modismos em educação. Quem for adotá-lo não se apoiar em fundamentação teórica sólida sobre avaliação e trabalho pedagógico; toda a escola não se preparar para sua implantação e implementação, mesmo que somente uma parte dos professores vá utilizá-lo, os pais não forem preparados para compreender o processo, aceita-lo e fazer a parte que lhes cabe. Pode acontecer de o portfólio ser entendido como um simples “instrumento” e não como um processo de avaliação, ainda outro risco é o de professores e alunos oferecerem resistência inicial por entenderem que terão muito mais trabalho que antes.

Referência Bibliográfica

VILLA BOAS, Benigna Maria de Freitas. Portfólio, avaliação e trabalho pedagógico. Campinas, SP: Papirus, 2004.

Momento Divertido - Charge!

Diversão de hoje aqui no blog, para reflexão tanto da postura do professor em sala de aula, como dos alunos. Lembrem - se que: quem tem que acreditar em seu potencial, é você primeiro! ;)



Figura 01 




Figura 02

Encontro 08 - Slides dos Seminários!

Oi pessoal! De volta ao blog com mais slides dos seminários sobre avaliação da aprendizagem e todo o contexto que o envolve, como vocês estão podendo acompanhando aqui no blog em todas as postagens anteriores. :) Confere abaixo, bons estudos!

http://pt.slideshare.net/rafaelly04/slide-03-wenddell-e-andreza

http://pt.slideshare.net/rafaelly04/slide-04-otaciso-digelvnia-e-silvana

http://pt.slideshare.net/rafaelly04/slide-05-ranieri-e-diogo

Slides dos Seminários!

Então como falei no post anterior, aqui neste post você encontrará os links para os slides da apresentação dos dois grupos que se apresentaram na aula anterior!

http://pt.slideshare.net/rafaelly04/apresentao1-62494473

http://pt.slideshare.net/rafaelly04/slide-02-thamires-e-rafaelly

"Educar é crescer. E crescer é viver. Educação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra".
( Anísio Teixeira )
Figura 01: Estude sempre